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sábado, 29 de maio de 2010

Carta do Cacique dos Suquamish. (1855)

Há mais de um século e meio, em 1855, o cacique Seattle, dos Suquamish, do Estado de Washington, costa Oeste dos Estados Unidos, enviou esta carta ao presidente Franklin Pierce, em resposta a uma oferta para compra do território indígena.
As reflexões do líder Suquamish ainda têm uma surpreendente atualidade.

"O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. É uma atitude gentil da parte dele, pois sabemos que não necessita da nossa amizade.
Vamos pensar na oferta. Sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e se apossará dela.
O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas: não perdem o brilho.

Mas, como é possível comprar ou vender o céu, o calor da terra? É uma idéia estranha. Não somos donos da pureza do ar e do brilho da água. Como alguém pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada floco de neblina nas florestas escuras, cada clareira, todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele esta terra é um torrão de terra, que é o mesmo do que qualquer outro, o homen branco é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de esgotá-la ele vai embora.
Deixa para trás o túmulo de seu pai sem nenhum sentimento. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez o homem branco seja assim porque o homem vermelho seria um selvagem que nada compreende.

Não há paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o som do desabrochar da folhagem na primavera, o zumbir das asas dos insetos. Talvez por Eu ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos.
E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d'água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com perfume de pinho.
O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens.
Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.
Se eu me decidir a aceitar a venda, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos.
Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros.
Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.

Nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Nossos guerreiros vergam sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos doces e bebidas ardentes.
Não importa muito onde passaremos nossos últimos dias. Nós já não somos muitos.
Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso povo.

Sabemos de uma coisa que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus.
O homem branco julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira do homem vermelho como do branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador.
O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa que as outras raças. Continua sujando sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça. É o fim da vida e o começo da sobrevivência.

Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos que esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, que visões do futuro oferece para que possam tomar forma os desejos do dia de amanhã.
Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são desconhecidos para nós.
E por serem desconhecidos, temos de escolher nosso próprio caminho.
Se concordarmos com a venda é para garantir as reservas que foram prometidas. Lá talvez possamos viver nossos últimos dias.
Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem sobre as pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe.
Se vendermos nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos.
Nunca se esqueçam de como era a terra quando tomaram posse dela. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos e ama-a como Deus ama a todos nós. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino".

Quiroga.net

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Maioria da população desconhece o conceito de sustentabilidade, segundo estudo

Pesquisa também aponta São Paulo e Porto Alegre como as praças mais "ativistas" em práticas sustentáveis.

A preservação do meio ambiente já não é uma preocupação restrita às classes sociais brasileiras com maior acesso à informação, estendendo-se também, nos últimos três anos, aos segmentos C e D. Mas as ações governamentais, de ONGs e da iniciativa privada não têm sido suficientes para ampliar o nível de conscientização da população.

Atenta ao impacto desse fenômeno nas intenções de consumo do brasileiro, a TNS Research International, líder mundial no segmento de pesquisas customizadas, elaborou um estudo com enfoque em sustentabilidade, concluído no primeiro trimestre deste ano. Após 1.500 entrevistas com homens e mulheres de 18 a 60 anos, realizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre, o levantamento constatou que, na prática, a população brasileira ainda se mantém distanciada das chamadas práticas sustentáveis. "Estamos num estágio embrionário como agentes da 'revolução verde', afirma Elizabeth Salmeirão, diretora da área de Varejo da TNS Research International. Segundo a pesquisadora, embora 67% dos entrevistados estejam, atualmente, mais preocupados com o tema, ainda é expressiva a parcela de pessoas (8%) que não têm nenhuma familiaridade com o assunto.

Curiosamente, não são os jovens, mas pessoas com mais de 45 anos, em especial as mulheres da classe C, de São Paulo e de Porto Alegre, o público que demonstra maior grau de envolvimento com a questão. Os mais jovens também têm algum envolvimento com o assunto mas, de acordo com a os resultados da pesquisa, isso não se reverte em práticas sustentáveis.

Três perfis distintos de entrevistados foram identificados no estudo. Os "engajados", aqueles que mantêm atitudes cotidianas em relação à sustentabilidade e consomem produtos "verdes" e representam apenas 4% do total da amostra. Já os "envolvidos", maior parcela do público pesquisado (51%), adotam práticas de economia de água e luz, mas o fazem por economia e não pela conscientização. Por último, os "ausentes", que representam quase a metade da população (45%) e mostram-se indiferentes a essa problemática, revelando pouca ou nenhuma familiaridade com o tema. Eles estão concentrados no Rio de Janeiro e em Salvador.

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Maioria da população desconhece o conceito de sustentabilidade, segundo estudo

Conferência destaca empregos verdes e vulnerabilidade das megacidades


Na 9ª. Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, realizada em São Paulo, especialistas comentaram a tendência de novos postos de trabalho para uma sociedade de baixo carbono, já reconhecida pela OIT. O climatologista Carlos Nobre, do INPE, anunciou o lançamento do Mapeamento das Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas, alertando para a gravidade do tema

As mudanças climáticas estão movimentando o cenário do mercado de trabalho no Brasil e no mundo. Diante dessa realidade, a Coordenação de Programas de Trabalho Decente e Empregos Verdes, da OIT - Organização Internacional do Trabalho*, realiza, há um ano no país, um levantamento para mapear o potencial de empregabilidade neste segmento. Segundo Paulo Sérgio Muçouçah, respnsável pela área, atualmente existem 2.653.059 empregados em atividades que contribuem para a mudança dos padrões de produção e consumo.

Essa foi um dos principais pontos levantados durante a 9ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo, promovida no dia 12 de maio pela Câmara Municipal e a Prefeitura de São Paulo, que reuniu reuniu cerca de 2.252 pessoas.

Os dados apresentados por Muçouçah são de 2006 a 2008. Os postos de trabalho estão distribuídos nos setores de produção e manejo florestal, de geração e distribuição de energias renováveis, de saneamento e de gestão de resíduos e de riscos ambientais. Há distribuição de empregos também nas áreas de manutenção, reparação e recuperação de produtos e materiais; de transportes coletivos e alternativos às rodovias e aeroviários, além das telecomunicações e telemarketing.

“Há grande potencial de geração de empregos verdes em setores que hoje contribuem para o aumento do carbono, ao haver a mudança do processo produtivo”, afirmou o coordenador. Neste grupo, estão representados 5.810.269 de trabalhadores que atuam nas áreas de extração mineral e indústrias de base; da construção, comercialização e manutenção de edifícios; da agricultura e pecuária; da aqüicultura, caça e pesca e de turismo e hotelaria.

Em sua análise, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, já aprovada pela Câmara, e que tramita no Senado, e a Política Nacional sobre Mudança do Clima, sancionada em dezembro passado, significam um grande impulso às atividades sustentáveis. “Recentemente o governo lançou o Programa Nacional de Trabalho Decente, que prevê investimentos públicos e privados em melhoria da qualidade e conservação ambiental. Isso tem de se traduzir em medidas concretas, mas já é uma iniciativa positiva”, considera Muçoucah.

A OIT deu ênfase aos estudos sobre empregos verdes a partir de 2007. “Nessa época, 50% das pessoas ocupadas ganhavam menos de U$2 por dia e cerca de 40%, de valor inferior a U$1, representando uma situação de extrema pobreza. A esse quadro se somou a preocupação sobre as mudanças climáticas, com a divulgação do 4º Relatório do IPCC - Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas”, explica o coordenador do Programa de Trabalho Decente e Empregos Verdes, da OIT - Organização Internacional do Trabalho, no Brasil.

O presidente do CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Marcelo Takaoka, destacou ainda que a área de infraestrutura urbana tem grande potencial para absorção de empregos verdes. Nessa lista, se encontram os setores de energia, saneamento básico, transporte, segurança, meio ambiente e comunicação.

O desafio na economia de baixo carbono, em sua opinião, está em promover o equilíbrio entre os stakeholders: governo, investidores, financiadores, consumidores e originadores da cadeia construtiva.

Fonte: planetasustentavel

Alimentos S.A. - Food Inc.

Documentário Food Inc. (Alimentos S.A.), com legendas em português. Não perca este filme, nomeado para o Óscar de Melhor Documentário, que nos mostra a realidade sobre aquilo que comemos. Passa-se nos Estados Unidos, mas não será muito diferente no Brasil e na Europa, especialmente se não estivermos informados e atentos!

Alimentos S.A. - Food Inc.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Praia Grande Maio 2010



O swel chegou com ondas consistentes na ilha de São Francisco do Sul, com a formação anti-ciclonica entre o estado e o litoral catarinense.
Pela manhã a presença ilustre no local dos surfistas: Ricardo, Eduardo, Wagner, Trinka e Léo.

Sufer: Ricardo Rafael dos Santos
Videomaker: Wagner Gautério

Evolução Sustentável: Carta de um índio - Versão 2010

Por Cacique Bet Kamati Kayapó, Cacique Raoni Kayapó Yakareti Juruna
20/04/2010

Nós, indígenas do Xingu, estamos aqui brigando pelo nosso povo, pelas nossas terras, mas lutamos também pelo futuro do mundo.

O presidente Lula disse na semana passada que ele se preocupa com os índios e com a Amazônia, e que não quer ONGs internacionais falando contra Belo Monte. Nós não somos ONGs internacionais.

Nós, 62 lideranças indígenas das aldeias Bacajá, Mrotidjam, Kararaô, Terra-Wanga, Boa Vista Km 17, Tukamã, Kapoto, Moikarako, Aykre, Kiketrum, Potikro, Tukaia, Mentutire, Omekrankum, Cakamkubem e Pokaimone, já sofremos muitas invasões e ameaças. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, nós índios já estávamos aqui e muitos morreram e perderam enormes territórios, perdemos muitos dos direitos que tínhamos, muitos perderam parte de suas culturas e outros povos sumiram completamente. Nosso açougue é o mato, nosso mercado é o rio. Não queremos mais que mexam nos rios do Xingu e nem ameacem mais nossas aldeias e nossas crianças, que vão crescer com nossa cultura.

...

Veja toda carta:
Evolução Sustentável: Carta de um índio - versão 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Evolução Sustentável: Barcelona - exemplo de coleta de lixo

Construído especialmente para os jogos olímpicos de 1992, o sistema subterrâneo de coleta de lixo de Barcelona é um exemplo de eficiência.
Em Barcelona, você não vai encontrar montes de lixo em frente aos domicílios esperando pelo caminhão da coleta, aliás também não há caminhões de coleta, nem lixo espalhado pelo chão. A cidade é limpa porque é eficiente e inovador o seu sistema de coleta de lixo.

Veja no blog: evolucaosustentavel

Evolução Sustentável: Barcelona - exemplo de coleta de lixo

Em bairro de Tóquio, praticamente 100% são reaproveitados

Bom Dia Brasil, 09/04/2010. O bairro mais moderno de Tóquio é um exemplo de convivência com o lixo; praticamente 100% são reaproveitados. Os resíduos são separados em mais de dez categorias.

sábado, 15 de maio de 2010

Cabras alpinistas -> Instinto Radical



As cabras são extremamente curiosas e inteligentes. São facilmente amansadas e treinadas para puxar carros e caminhar com corda. São também conhecidas por fugir de cercados, e podem ser usadas para encontrar as aberturas, pois elas testarão logo o cercado. As cabras são muito coordenadas e podem escalar e se equilibrar nos lugares mais precários, também possuem a habilidade de escalar árvores, embora ela deve ser de um certo ângulo para possibilitar a escalada. (Fonte Wikipédia)





Mais fotos em: Cabras alpinistas | Cogumelo Louco

Chocolate e o Cérebro

Mais um estudo dos pesquisadores ingleses:

“À mercê dos cientistas, vários casais de jovens que tiveram eletrodos colados à cabeça e monitores cardíacos ligados ao tórax. Sua função era deixar que pedaços de chocolate derretessem na boca e em seguida se beijar com paixão.

Os resultados foram surpreendentes: o chocolate dobrou os batimentos cardíacos dos 12 voluntários, todos na faixa dos 20 anos, o que levou os cientistas britânicos a concluírem que a excitação provocada pelo chocolate é maior do que a gerada pelo beijo.

Não há dúvida de que o chocolate superou o beijo, sem abraços, ao provocar um estímulo corporal e cerebral maior, explicou Lewis. Segundo os resultados do estudo, o estímulo causado pelo chocolate preto ou amargo foi, em muitos dos participantes, até quatro vezes tão prolongado quanto o do beijo mais apaixonado, e afetou todas as regiões do cérebro.”

As palpitações causadas pelo beijo não duraram tanto quanto as provocadas pelo chocolate, que fez com que os batimentos do coração aumentassem de 60 para 140 por minuto, apontou o pesquisador. Ainda que já se soubesse que algumas substâncias presentes no chocolate possuem efeito estimulante, Lewis destacou que os resultados “deixaram os membros da equipe surpresos e intrigados.

Esperávamos que o chocolate, particularmente o chocolate preto, aumentasse os batimentos cardíacos devido à presença de substâncias altamente estimulantes, mas ninguém havia previsto a duração e a intensidade do estímulo causado pelo chocolate, além dos poderosos efeitos observados no cérebro, acrescentou. Lewis lembrou que o chocolate utilizado na experiência foi o chocolate preto, com 60% de cacau.

O cientista, que antes trabalhava na Universidade de Sussex, disse que o segredo para se alcançar uma maior excitação pode estar em deixar o chocolate derreter na boca, sem mastigá-lo. Mulheres e homens responderam igualmente aos estímulos do chocolate, afirmou o pesquisador britânico.”

Via: www.sexoerelacionamentos - Chef Roberto

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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ferramenta Online para Edição de Imagem

Aviary disponibiliza uma ferramenta online para a criação acessível aos artistas de todos os gêneros, desde o design gráfico para edição de áudio.
Empresa privada sediada atualmente em Long Island, NY, com os membros da equipe em todo o mundo.
É proprietária do site Worth1000.com , uma comunidade de 500 mil talentosos artistas digitais que participam e surpreendem com suas criações em competições diárias.

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Site: Aviary

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Aldo Rebelo, deixe as florestas em paz | Greenpeace Brasil

Aldo Rebelo, deixe as florestas em paz | Greenpeace Brasil

Aldo Rebelo (PCdoB-SP) apresentará em breve documento propondo reduzir a proteção de nossas florestas. Mande um e-mail para dizer a ele para deixar as árvores em paz.

Mais uma vez, o Código Florestal, corpo de leis que protege as florestas brasileiras desde 1934, está ameaçado. Assine a petição para não permitir que a bancada da motosserra desfigure nosso Código Florestal.
Ajude a impedir que as nossas florestas continuem a ser devastadas.

 Aldo Rebelo, deixe as florestas em paz | Greenpeace Brasil

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